segunda-feira , 18 dezembro 2017
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18/12/2017
Governador afirma que greve do Sintep tem motivações políticas
Por: FRANCISCO BORGES
TAQUES SINTEP

Taques destaca a ligação do sindicato com o PT

 

“Os servidores fizeram greve e eles têm direito de fazê-la.

Agora temos que convir que uma parte dessa greve

tem motivação política”, disparou.

 

O governador Pedro Taques (PSDB) afirmou que a greve do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público (Sintep) claramente tem motivações políticas, já que ele foi o primeiro chefe de Executivo que declarou ser a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

Segundo Taques, a única categoria que ainda não suspendeu a greve, o Sintep, é ligada ao Partido dos Trabalhadores (PT). “Os servidores fizeram greve e eles têm direito de fazê-la. Agora temos que convir que uma parte dessa greve tem motivação política”, disparou.  

“Nós temos no Estado quase 100 mil servidores. Destes, 39 mil são da Educação e dos 39 mil, 22 mil são professores que querem a greve”, explicou.

Em entrevista ao programa SBT Comunidade, nesta terça-feira (12), o tucano deu a entender que o Sintep, por ser uma das maiores categorias do Estado, “puxou” outros sindicatos para a paralisação geral. “Nós temos no Estado quase 100 mil servidores. Destes, 39 mil são da Educação e dos 39 mil, 22 mil são professores que querem a greve”, explicou.

O Sintep, que está com os trabalhos paralisados desde o começo do mês passado, realizou uma assembleia geral com a categoria, nesta terça, quando deliberaram pela continuidade da greve. Eles não aceitam o pagamento dos 7,54% da RGA ofertados pelo governo e exigem os 11,28%.

Contudo, o governo tem insistido na tese de que se efetuar o pagamento da total da RGA os salários dos servidores atrasariam. Diante disso, Taques enviou um projeto que foi aprovado pela Assembleia Legislativa por 13 votos a 9, estabelecendo que a RGA seria paga da seguinte forma: 2% em setembro (calculado sobre o subsídio de maio de 2016), 2,68% em janeiro de 2017 (calculado sobre setembro de 2016) e 2,68% em abril de 2017 (com base no subsídio de janeiro de 2017).

A diferença para se atingir o percentual de 11,28% será calculada sob o subsídio de abril de 2017 e paga em duas parcelas: junho e setembro de 2017. O pagamento do residual estará condicionado ao enquadramento na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

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