sexta-feira , 16 novembro 2018
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16/11/2018
Rejeição de Taques
PESQUISA
Por: Érika Oliveira

Líder do MDB avalia resultado de

pesquisa e diz que rejeição de

Taques é sentida nas ruas

 

Advogado Francisco Faiad - Foto: Rogério Florentino Pereira/ OD

Advogado Francisco Faiad – Foto: Rogério Florentino Pereira/ OD

O secretário-geral do MDB em Mato Grosso, advogado Francisco Faiad, disse que já era esperado o alto índice de rejeição apresentado pelo governador Pedro Taques (PSDB), na pesquisa realizada pelo Segmenta Dados e Pesquisa neste mês de julho. Quando questionados em quem não votariam de jeito nenhum, a maioria dos eleitores (41,19%) citou o atual governador. Esta estimativa aponta que a rejeição do tucano é maior que a dos outros três candidatos somados.


“Eu acho que a pesquisa demonstra a realidade de hoje, o índice de rejeição do atual governador é o que a gente sente na rua. A preferência pelo ex-prefeito [Mauro Mendes], na minha opinião, se dá pelo fato de o nome dele estar em voga. Assim como do senador Wellington, que agora é que começou a fazer visitas. O nome do Mauro como candidato está colocado há mais tempo, era para ele estar em primeiro lugar mesmo”, avaliou Faiad.

A pesquisa, registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o número MT-00672/2018, foi realizada entre os dias 1 e 5 de julho. No total foram feitas 2.048 entrevistas em 75 municípios de Mato Grosso.

Conforme o levantamento, se as eleições fossem realizadas hoje 23,45% dos eleitores escolheriam o ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (DEM). Pedro Taques aparece com 17,43%. Em terceiro, Wellington Fagundes (PR) tem 12,5% das intenções de voto e Procurador Mauro (PSOL) aparece com 5,22%. O restante dos entrevistados (33,09%) respondeu que votaria branco/nulo ou não soube opinar.

Faiad chamou atenção para o número elevado de abstenções. “Eu entendo que as pesquisas mostram, acima de tudo, o alto índice de desinteresse do eleitorado em votar. Nós vimos isso nas eleições passadas, o alto número de abstenção. Mas eu acredito que isso não vá se repetir este ano, porque as eleições serão maiores, tem eleição para presidenciável, isso acaba atraindo depois um pouco mais o eleitor. O quadro deve mudar, mas ainda assim é preocupante essa insatisfação”.

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