AMEAÇA: PRESOS KISHI E FRANCIS?

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Justiça manda fechar o

Centro de Reabilitação de

Cáceres e ameaça mandar

prender Kishi e Francis

foto divulgação
CENTRO DE REABILITAÇÃO DE CÁCERES
CENTRO DE REABILITAÇÃO DE CÁCERES

Jornal Oeste

Por determinação judicial, o Centro de Reabilitação de Cáceres localizado na Avenida São João, no bairro da Cavalhada em Cáceres foi fechado. O forro está caindo e os ventiladores e os banheiros não funcionam.

A medida foi tomada depois que a prefeitura municipal e o governo do Estado, que são parceiros na gestão da unidade, não atenderam as recomendações feitas pelo Ministério Publico Estadual (MPE) para sanar uma série de irregularidades.

SECRETÁRIO DE SAÚDE, WILSON KISHI
SECRETÁRIO DE SAÚDE, WILSON KISHI

A sentença aplicada pela Juíza Joseane Carla Ribeiro Viana Quinto, da 4ª Vara Cível, determina, entre outras coisas, a prisão do Secretário de Saúde, Wilson Kishi e do prefeito Francis Maris, caso não ajustem a situação de imediato.

O município também pode ser penalizado com multa diária no valor de R$ 10 mil reais e o prefeito e o secretário podem ser processados por improbidade administrativa.

Nada disso deveria estar acontecendo se o Centro estivesse instalado em um prédio construído ao lado do Hospital Regional que chegou a ser equipado e inaugurado as vésperas da eleição estadual de 2010. Após a eleição os equipamentos foram retirados e o prédio inacabado está fechado há quatro anos.

A vereadora Valdeniria Dutra Ferreira (PSD), lamentou a decisão e disse que a medida está penalizando dezenas de pessoas que necessitam da unidade para tratamento de saúde. Ele citou casos de pacientes que moram na zona rural.

A parlamentar disse que tanto a prefeitura quando o judiciário poderiam ter encontrado outras alternativas que não fosse o fechamento da unidade.

FRANCIS MARIS PREFEITO DE CÁCERES
FRANCIS MARIS PREFEITO DE CÁCERES

Apesar do descontentamento, a vereadora não poupou criticas a atual administração da cidade no que diz respeito à saúde. Ela citou como o exemplo a situação do Centro de Atenção Psicossocial Infantil (CAPSi), unidade de saúde mental extra-hospitalar direcionada para crianças e jovens até 18 anos de idade, fechado há quase dois anos.

A vereadora explicou que cansou de esperar uma solução por parte do município e decidiu recorrer ao MPE.

Ela sustenta que existem recursos federais para manutenção da unidade e que não estão sendo aplicados por incompetência da administração.

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