DESTINO DA RODOVIÁRIA VELHA

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Rodoviária velha

pode ser vendida

ou virar “Ganha Tempo”

Rodoviária velha localizada próxima à Avenida 7 de Setembro
Rodoviária velha localizada próxima à Avenida 7 de Setembro

Assessoria

 

Lojas, escritórios ou um complexo de prestação de serviços, ‘tipo o Ganha Tempo’, em Cuiabá. Um destes pode ser o destino da área e da estrutura que abriga o terminal rodoviário localizado no centro de Cáceres, inaugurado no inicio da década de 70.

 

A decisão de dar uma nova destinação para o local foi tomada na semana passada pelo Conselho de Gestão do Instituto de Previdência do Município que é proprietário da rodoviária desde 2012.

 

Conforme resolução do Conselho que foi remetida a Diretoria Executiva para execução, a Previ deve criar imediatamente um concurso para escolher um projeto que atraia investidores e gere lucro para os servidores.

 

De acordo com a presidente do Conselho, Selina Maria Lente, o imóvel está sendo usado pelo município sem dar um único centavo de retorno aos servidores, por isso a decisão de elaborar um projeto para que o investimento possa dar retorno aos seus donos.

 

Reunião: Previcáceres e Sindicato pensam destino  de Rodoviária Velha
Reunião: Previcáceres e Sindicato pensam destino de Rodoviária Velha

O Conselho ainda não discutiu, mas já há conselheiros que defendem a venda do imóvel avaliado atualmente em R$ 2 milhões reais.

 

A rodoviária foi entregue a Previ pelo ex-prefeito Túlio Fontes em 2012 para quitar uma dívida de R$ 567 mil. À transação foi aprovada pela Câmara de Vereadores.

 

A transferência do imóvel foi feita através do Decreto nº 497 de 06 de novembro de 2012.

 

O débito se referia a aportes (contribuições financeiras definidas em reavaliação atuarial em 11%, de bens, direitos e ativos, destinado ao instituto), não repassados em sua totalidade, pela administração, no exercício de 2011. O valor era de R$ 1,5 milhão, mas a prefeitura repassou apenas R$ 1 milhão.

 

Como, por lei, o gestor tem a obrigatoriedade de efetuar a quitação do débito no término de cada exercício, ou seja, 31 de dezembro, sem recurso, Fontes decidiu entregar o imóvel para quitar o débito.

 

A atual administração tentou desmanchar o negócio, mas não consegui.

 

O fechamento do terminal é uma questão de tempo. Inclusive há desde 2012, um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), firmado entre o Ministério Público e a administração municipal neste sentido.

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