EDITORIAL: Desde 2019, ou antes – o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais vem atuando de modo irregular?

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A sede do SSPM fica na Avenida Getúlio Vargas, frente à Prefeitura de Cáceres/MT – Foto: Celso Antunes

[dropcap]O[/dropcap] Sindicato dos Servidores Públicos Municipais – SSPM – tão logo foi enquadrado pela Justiça passou a despertar a curiosidade no que tange ao seu funcionamento administrativo.

Recentemente, dívida à Unimed na ordem de 700 mil, já corrigido, passou pelo crivo da Justiça que prontamente bloqueou 20% do dinheiro arrecadado dos trabalhadores sindicalizados da Prefeitura. Este veículo de Informação colocou ao público e, aos sindicalizados.

Através desse contexto acima em que a Justiça obriga, descontando dinheiro do Sindicato para pagar dívidas dá o entendimento de que algo estava errado!

Com isso, então, a partir desse episódio um detalhe foi anunciado pelo atual Presidente do SSPM numa Rádio local, em que disse que O Comunitário seria uma mídia marron, esquecendo que não estaria desqualificando este veículo de comunicação e sim, ele próprio, porque O Comunitário simplesmente publicou o veridito da Justiça. Portanto, se O Comunitário é marron, logo a Justiça também. O Comunitário anunciou fundamentado na publicação da Justiça. Veja abaixo o assunto da Justiça:

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Para complicar ainda mais e destacar o desespero – a notícia sobre a dívida do SSPM à Unimed foi tratada de que seria fakenews. Simplesmente vergonhoso.

Hoje o SSPM se tornou assunto de alta relevância em tudo que é canto da cidade de Cáceres/MT. Onde tem reunião de Servidor da Prefeitura, o assunto que não deixa de ser abordado é a condição vexatória do SSPM, dado o embaraço em que se meteu, com o prognóstico de ficar muitos anos preso nas mãos dos credores.

Há quem diga que a dívida é do tempo de antanho, motivo que ocasionou a destituição da Diretoria Executiva. O primeiro que logo percebeu a barca furada foi o Professor Laécio, eleito Tesoureiro, que, se assustou com o que viu; dono de uma Ethos, ilibado, pediu renúncia. “Eu não podia aceitar o que eu vi. A minha natureza não dá para isso”, confidenciou.

Vejamos a situação. No ano de 2019 debandou vários integrantes da Diretoria. Os trabalhos da nova Diretoria pós-Lima, a era Fábio Lourenço começava em maio de 2019. Nem durou muito tempo, apenas 141 dias e o Professor Laécio Neves, Tesoureiro, pediu Renúncia.

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O Comunitário investigou e teve informação sobre o Secretário Geral Agberto Ralfo que “venho por meio desta requerer meu DESLIGAMENTO DA DIRETORIA EXECUTIVA. O documento tem a data de 07 de outubro de 2019, e, protocolado sob o número 317, no dia 22 de outubro de 2019, às 10:31hs.

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Mais outra integrante da Diretoria Executiva que, segundo ela, está fora de suas funções, trata-se de Lucinalda Carneiro, Tesoureira Adjunta. O Comunitário dialogou por vários minutos, daí a informação de que “Nao faço parte da Diretoria desde final de 2019”, e, depois acrescentou rapidamente: “Nem mesmo sou sindicalizada”. No mais, a conversa fluiu e foi dito que o nome de Lucinalda ainda consta na Diretoria (segundo Lucinalda), o que isso não é permitido, conota descumprimento do Estatuto. Destaca-se que o SSPM ficou sem seus principais Tesoureiros. Na saída, isto é: na vacância do Tesoureiro quem assume é o Tesoureiro Adjunto. Contudo, nenhum dos dois estão na Diretoria, assim o Presidente nomeou um substituto, mas a maioria dos Sindicalizados, segundo informação – não participou de nenhuma Assembleia. Aliás se houve a Assembleia, muitos alegam que a publicidade não foi ostensiva. “Rapaz, eu deixei o SSPM, não sou mais sindicalizado porque eu nunca sabia o que acontecia lá”, assinalou.

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Vale ressaltar que o esclarecimento que O Comunitário traz, de modo que o leitor e, sobretudo, o Sindicalizado que paga a conta do SSPM fique sabendo o que ocorreu e ocorre. Nada mais do que isso. Porém, diferente do que sai na mídia local que diz que as denúncias são de cunho eleitoral. Pelo contrário –  é Informação aos Sindicalizados que estão há tempo depositando seu dinheirinho suado… Basta analisar: se não fosse a Justiça bloquear 20% do Repasse para pagar dívida de mais de 500 mil, o assunto estaria trancafiado, sem ninguém saber oficialmente.

Ainda falando de renúncia, a própria vice-presidente deixou o cargo, pedindo, também: renúncia.

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Assim, a leitura leva a enxergar claramente que carece a intenção de mudar o caminho do problema em que o SSPM trilha. Ou seja, na verdade o Sindicalizado não tem a dimensão do lamaçal em que se encontra o SSPM. Novas dívidas estão por ser reveladas, o barulho pode ser gigantesco. A conta, a dívida: vultuosa, com chances de se tornar uma bomba.

E, essa bomba está nas mãos de cada Servidor cadastrado, inscrito no rol do SSPM. Uma bomba que consome dinheiro! E, se o baixo número de sindicalizado que ainda resiste não abrir os olhos, não arregalar os olhos, não ativar o terceiro olho… a bomba pode colocar tudo abaixo! Mais do que óbvio, necessário se faz desarmar tal bomba!

O primeiro a cortar o pavio da bomba, obrigatoriamente deve ser o Presidente do SSPM, honrando ao cargo que ocupa. Dias atrás, numa Live o SSPM apresentou Relatório Financeiro, mas não colocou em apreciação e muito menos em votação aos 7 Servidores presentes na Live. Não foi possível ver os votos a favor ou contra o Relatório, informou um dos participantes da Live.

Por fim, vale destacar que os que renunciaram aos cargos, caso de Elina, Laécio etc – foram os maiores cabos eleitorais para que a atual Diretoria ganhasse a eleição, contudo, quando estiveram participando da Gestão e se depararam com o tamanho da problemática saíram o mais rápido possível, com a agravante de que saíram tão acelerados que nem mesmo os sindicalizados tinham conhecimento das, então, renúncias.

 

 

 

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