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Celso Antunes

Há mais de 20 anos o município de Cáceres vem procurando se emplacar enquanto caminho de entrada ao Pacífico. Para isso muitas, diversas, incontáveis ações daqueles que sustentam tamanho sonho.
O assunto em foco trata-se da Zona de Processamento e Exportação – ZPE -, que para muitos jamais se concretizará. Então, opiniões à parte, recentemente o deputado estadual, Doutor Leonardo anunciou em letras garrafais que o Governador de Mato Grosso, Pedro Taques, estaria disponibilizando a quantia de R$ 16 milhões para início das construções das estruturas da ZPE.
Tal notícia circulou nos principais jornais de Mato Grosso, principalmente na mídia da capital Cuiabá.
Numa reunião passada no Gabinete do prefeito Francis Maris estiveram dois integrantes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comério Exterior, ainda, do Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação – CZPE -, da Secretaria Executiva – SE/CZPE, também da Coordenação Geral de Análise de Projetos – CGAP -, Leonardo Rabelo de Santana e o Analista de Comércio Exterior, Lázaro Lima. Ambos foram taxativos em afirmar que a ZPE de Cáceres se encontra pronta em seus devidos aspectos de exigências de instalações. Desde a Receita Federal, entre outras burocracias.
Na verdade, quando interpelado, Leonardo Rabelo de Santana, foi taxativo em esclarecer que agora a ZPE de Cáceres depende exclusivamente do querer por parte do então Governador de Mato Grosso, Pedro Taques.
Na ocasião da reunião estiveram presentes o proprietário da Silmec Júlio, Fazendeiro Neto Gouveia, eu Celso Antunes, Pedrinho Lacerda, enfim, muitos que são interessados na instalação da Zona de Processamento de Exportação de Cáceres.
Entre encontros desde os anos 80, o projeto ZPE vai se afunilando e somente agora em 2015 vive o maior auge de implantação visto que o conjunto de interesse são maiores dos anteriores, começando pela logística de transporte da soja e milho até porto de Santos que está mais do que provado que o caminho trilhado hoje não é mais rentável, se tornou inviável em todos os aspectos, daí, o grande interesse dos produtores de grãos, principalmente o Grupo Amaggi que já se comprometeu em construir o porto em Morrinhos.
Finalizando, a ZPE em Cáceres já é uma realidade. Depois de anos e mais anos apenas na conversa, hoje, sem sombras de dúvidas está fora do papel Jurídico, Legislativo, para então no Executivo das obras necessárias para receber as empresas e automaticamente gerar centenas e mais centenas de empregos diretos e indiretos, gerando rendas às famílias cacerenses e da grande região suldoeste.
Os incrédulos podem dizer que ainda não saiu do papel, ao contrário, digo que saiu do papel há alguns meses num comparativo de mais de 20 anos atrás. Naquele tempo muitos eram críticos demais, inclusive eu, mas hoje, apoiam a ZPE por conta do salto desenvolvimentista que Cáceres ganha.
Este Periódico é favorável a implantação da Zona de Processamento de Exportação – ZPE – por pensar no melhor em prol da coletividade carente de Cáceres e Região que sofre por falta de trabalho.

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