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FIPe 2025: Cáceres vive sua tradição mais bonita!

FIPe 2025: Cáceres vive sua tradição mais bonita!
  • Publishedjulho 18, 2025

Cáceres vestiu-se de festa para celebrar sua maior tradição. O FIPe começou — e você é parte dessa história

Com emoção e orgulho, Flávio Negação, Eliene e Alessandra deram início a mais uma edição do Festival que faz o coração da cidade bater mais forte – FOTO: Reprodução/Remodelagem – Celso Antunes

O céu de Cáceres parecia anunciar: começou o FIPe. Na noite de abertura do 42º Festival Internacional de Pesca, o que se viu não foi apenas uma cerimônia, mas uma celebração viva do que somos — uma cidade de tradição, de gente trabalhadora, de águas generosas e de histórias contadas à beira do rio.

Entre falas emocionadas e olhares atentos, a prefeita Eliene Liberato e o presidente da Câmara, Flávio Negação, demonstraram mais do que presença: mostraram envolvimento e entrega. Flávio falou com a certeza de quem acredita no que vê todos os anos — o Festival como motor da economia local. Um evento que não só diverte, mas também transforma. “É o FIPe que acende a cidade, que gera renda, que aproxima as pessoas. É sobre tradição, mas também sobre o agora”, afirmou, com palavras que pareciam vir do coração.

Eliene, por sua vez, trouxe à tona o orgulho de liderar uma edição que carrega a marca da força feminina na gestão pública. Com firmeza e sensibilidade, reconheceu que organizar o festival é desafio grande — mas que vale cada esforço. “Estamos entregando algo que vai ficar na memória das famílias. Cáceres merece viver essa festa no seu melhor.”

Alessandra Castilho, guardiã da cultura e do turismo, lembrou que o FIPe é feito de histórias. Histórias de pescadores que voltam todos os anos, de turistas encantados com o pôr do sol no rio Paraguai, de crianças que crescem esperando a próxima edição. “Não é só um festival. É o reflexo de quem somos: alegres, acolhedores, fortes.”

E, de fato, o FIPe não é apenas um evento. É quase um personagem da cidade. Ao longo de mais de quatro décadas, cresceu com ela, sobreviveu às mudanças e se firmou como um elo entre o passado e o futuro. Mistura o som das violas com o agito das barracas, a concentração dos pescadores com o riso solto das crianças.

Agora, o convite está feito: venham viver esse momento. Os rios estão cheios, as margens enfeitadas, o povo de braços abertos. Seja para competir, para torcer, para dançar ou simplesmente sentir — o FIPe é de todos.

Jornal O Comunitário News – Da Redação

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Written By
Celso Antunes

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