Greve da Educação se intensifica. Apenas serviços essenciais estão mantidos

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Assessoria

“Em peso”, Servidores ocupam Sindicato – Assessoria

Após 4 dias de greve da Educação, um maior número de profissionais adere à paralisação. A principal demanda, o pagamento do Piso Nacional do Magistério, já foi garantida em outros municípios em que também houve greve, como Tangará da Serra. Após a concessão do pagamento do piso em Tangará da Serra, pelo prefeito Wander Masson, a educação tangaraense permaneceu em greve, até que ontem, dia 9, o prefeito concordou em também fazer o pagamento da diferença retroativa a janeiro.

Nas unidades escolares apenas os serviços essenciais estão funcionando. Guardas, diretores e coordenadores, bem como todos os terceirizados e parte dos servidores estão garantindo a manutenção das unidades. As aulas estão suspensas em quase todas as escolas.

Segundo o vereador Pastorello, todos os serviços são essenciais, mas só a categoria da Educação tem a reposição do serviço após o encerramento de uma greve.

“Fazer greve ninguém gosta. Quem não está nas escolas está no sindicato, está na luta, pelos que continuam nas escolas, pela educação. Mas, após o término da greve, todas as aulas serão repostas, de uma maneira ou de outra. Isso não acontece com outras categorias, que não tem como repor o trabalho. Por isso que a greve da Educação só acontece depois que se exauriram todas as tentativas de negociação. Não houve nenhuma proposta por parte da prefeitura, apenas “aguardar” pra ver. Isso não é proposta.” Explica o vereador Pastorello.

A falta de proposta da Prefeita Eliene Liberato, culminou em uma convocação do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais para deliberar pela greve ou não. O SSPM cumpriu todos os requisitos legais e, em assembleia lotada, foi unânime a adesão à greve.

“Nossos direitos estão sendo enterrados; Hora Atividade para Interinos; Piso Nacional; Profuncionário; Gestão Democrática e Óleo de Peroba: limpa, lustra e renova”, crítica ao Executivo e Legislativo – Assessoria

Além do Piso Nacional da Educação, a categoria também cobra o Profuncionário, que é um programa de valorização dos demais servidores das escolas, e o pagamento das horas atividades dos professores temporários.

“A greve é um sacrifício para a educação. Alunos estão sem merenda, o que avançamos na formação do aluno vai se perdendo. É uma angústia. Dentre as várias alternativas, a Prefeita preferiu a ruptura do diálogo, o que empurrou a categoria para a greve. Ouviu muito seus assessores e pouco a sua própria categoria.” Finaliza Pastorello.

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