Cézare Pastorello é inocente: “… decisão foi pelo arquivamento de qualquer procedimento contra o Vereador”

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[dropcap]Q[/dropcap]uase 10 meses depois que a advogada Taís Peres tentou forçar a sua entrada em um condomínio onde reside o vereador de Cáceres (230 km de Cuiabá) Cézare Pastorello, acusando-o, depois, de tê-la agredido, o caso teve uma reviravolta.

A Polícia Civil de Cáceres concluiu que o conjunto de informações apresentadas pelo Vereador, dentre as quais um vídeo que registrou o momento dos fatos, indica a caracterização do crime de denunciação caluniosa, com pena de até 8 anos, cometido por Taís Peres Chagas contra a vítima Cézare Pastorello. Então, por determinação do Ministério Público Estadual foi instaurado o inquérito 73.4.2021.20690, para apurar os fatos e fazer a acareação entre as testemunhas JOSÉ BARBOSA DE OLIVEIRA, RENAN PEREIRA DE OLIVEIRA e CLODOMIR MOZENA, diante do vídeo gravado no momento do ocorrido.

Relembre

Comunicado que a advogada, no dia 24.09.2020, estava impedindo a entrada dos empregados do condomínio e que com isso buscava criar uma situação de embaraço, o vereador pediu para que uma pessoa filmasse tudo. Pastorello abriu o portão para os empregados entrarem, mas disse ser decisão do condomínio que Taís não entrasse, porque ela não tinha casa ou terreno no local. No condomínio, mora o ex-marido de Taís, com a sua nova família.

[box type=”shadow” align=”aligncenter” ]Reviravolta – Advogada que acusou Pastorello é investigada por denunciação caluniosa[/box]

Inconformada, a advogada disse que iria entrar de qualquer jeito e que Cézare chamasse a polícia. Mesmo assim, conforme a filmagem, ela não entrou. A todo momento a advogada portava um celular e fazia filmagens também, mas não juntou suas próprias filmagens como prova de nada.

Com as testemunhas, que ela própria levou para frente do Condomínio, a advogada foi à Delegacia da Mulher e disse que o vereador a teria agredido, segurando seus braços e a imprensando contra o portão do condomínio. O vídeo desmente tudo isso e foi considerado pela Delegada Dra. Judá Maali Pinheiro Marcondes, titular da Delegacia da Mulher que pediu o arquivamento do inquérito, “vez que as imagens comprovam que o investigado não lesionou a suposta vítima”.

Em duas ações movidas pela advogada contra o vereador o judiciário ainda não apreciou o vídeo, considerando apenas as testemunhas que a própria advogada levou ao local para testemunhar a situação que iria causar.

De posse do vídeo e do inquérito instaurado por iniciativa da advogada, o delegado Dr. Wilson Souza Santos, da 1.ª Delegacia de Polícia de Cáceres (CISC), atendendo determinação do Ministério Público, instaurou o inquérito policial para apuração do crime de DENUNCIAÇÃO CALUNIOSA (Art. 339-Código Penal) da advogada. Para tanto, já pediu a realização de perícia técnica no vídeo fornecido como prova de que o vereador não tocou e nem agrediu a advogada. O vídeo mostra, inclusive, que a advogada já chega ao condomínio com as lesões nos braços que atribui ao vereador.

A única perícia já realizada, a pedido de Taís, confirma a existência de marca no braço esquerdo, no entanto, conforme as filmagens, a advogada já chega ao Condomínio com essa marca. A perícia não diz quem ou como houve a lesão, apenas a existência.

À época dos fatos, além de ir à Delegacia da Mulher registrar queixa e buscar divulgação na imprensa, Taís também procurou a OAB e a Câmara Municipal. Assim como da Delegacia da Mulher, em todas as demais instituições a decisão foi pelo arquivamento de qualquer procedimento contra o vereador.

O vídeo acima, já assistido por diversos especialistas, exclui qualquer iniciativa de agressão por parte de Cézare contra Taís. Porém, ainda não passou por perícia técnica do judiciário.

 

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