Em busca de repasse integral do medicamento

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Dr. Leonardo pede informações

sobre redução de remessas

do soro antiofídico

 

[tabs type=”vertical”][tabs_head][tab_title][/tab_title][/tabs_head][tab]Em requerimento ao Ministério da Saúde, o deputado pergunta sobre medidas e ações que reestabeleçam o repasse integral do medicamento para Mato Grosso[/tab][/tabs]

DOUTOR LEONARDO

 

 

 

Devido à falta de soro antiofídico em algumas unidades estaduais de saúde em Mato Grosso, o deputado Dr. Leonardo (PDT) apresentou, na sessão ordinária de quarta-feira (18), um requerimento a ser encaminhado ao ministro da Saúde, Marcelo Castro, para que envie explicações sobre as providências adotadas pelo governo federal em relação ao problema.

O parlamentar lembra que houve redução de mais de 50% na quantidade de soro destinada ao estado por parte do Ministério da Saúde. Dessa forma, solicita informações sobre as medidas e ações que vêm sendo tomadas para que se reestabeleça o repasse integral do soro antiofídico para Mato Grosso e outros estados, pois, segundo ele, essa situação crítica já dura mais de um ano.

“As questões constantes do requerimento têm como objetivo regularizar o repasse do soro antiofídico, com a finalidade de atender as demandas dos municípios mato-grossenses, que, na sua maioria, já não possuem mais estoques do medicamento nas suas unidades de saúde. Isso afeta diretamente a população, principalmente aquelas que residem em lugares de difícil acesso a atendimento médico-hospitalar”, justifica Dr. Leonardo em sua proposição.

Em comunicação oficial, o governo estadual esclarece que a falta do soro antiofídico em unidades de saúde se deve à redução do repasse por parte do Ministério da Saúde. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, o estoque do medicamento é considerado crítico, mas não só em Mato Grosso, já que existe um desabastecimento nacional por causa de problemas na fabricação do produto.

Por causa dessa situação, a equipe técnica da SES tem orientado os municípios, as regionais de saúde e os profissionais da área para o uso racional e correto do soro, a fim de que não falte de vez nas unidades. 

 

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