REGIME MILITAR

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Pais criticam SEDUC

por proposta de mudança

do método disciplinar

POLÊMICA EDUCACIONAL
POLÊMICA EDUCACIONAL

Assessoria

Pais de alunos e professores do Colégio da Polícia Militar Tiradendes se reuniram com o deputado estadual Ezequiel Fonseca (PP) na Assembléia Legislativa para buscar apoio na defesa e permanência da norma regimental da escola, o militarismo e, criticar a atual proposta da Secretaria Estadual de Educação (SEDUC) em mudar o método disciplinar.

Ao deputado foi solicitado intermediação junto à Secretária, Rosa Neide e governo do Estado para que façam uma revisão na proposta. “Os pais não querem mudança na filosofia de ensino que é baseado na disciplina. Estamos em uma ‘queda de braço’, pois a Seduc quer tirar o militarismo e transformar a escola em liberal”, criticou Junior Dias, pai presente na reunião.

Segundo ele, há uma expectativa da comunidade escolar em reverter à situação com a SEDUC. “Obtive informações através do Tenente Coronel James, responsável pelo colégio que unidade não possui lei específica e que funciona sob autorização há dez anos. Além da regulamentação documental reivindicamos a permanência do regime militar”.

Durante reunião, foi explanado quanto à superação anual da expectativa do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do colégio Tiradentes, superior a maioria das escolas de Mato Grosso. “A escola obteve 5,3 no último desempenho, sendo que a Seduc trabalha para obter 5 pontos até 2021. Não vamos aceitar esse retrocesso educacional, os pais querem um posicionamento e esperam um compromisso do governo”, destacou Dias.

O deputado Ezequiel se comprometeu a intermediar uma reunião com o governador eleito, Pedro Taques para que ouça o anseio dos pais. “Um dos compromissos de campanha do governador eleito foi transformar a realidade da educação do Estado, melhorando a estrutura das escolas com reformas e climatização por exemplo; quanto ao colégio vamos discutir e sensibilizar quanto a importancia do regime e da qualidade do ensino prestado.

Na ocasião foi entregue ao parlamentar aproximadamente 300 cartas de alunos pedindo a continuação do regime e ressaltando a importância da escola no processo educacional do Estado.

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